Diagnóstico e tratamento de arritmias, desmaios e cardiopatias genéticas
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Cardiologista e Arritmologista Clínico, formado no Instituto do Coração da USP
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Exames e procedimentos

Eletrocardiograma (ECG)

Registra os impulsos elétricos do coração, que são responsáveis pelas suas batidas, e mostra se o ritmo e a intensidade estão dentro do normal. Apesar de ser rápido, simples e indolor, esse exame é muito importante pois permite detectar e acompanhar desde condições banais até outras muito graves, como infarto, inflamação da membrana que envolve o coração, defeitos cardíacos, problemas com válvulas, artérias bloqueadas ou estreitas, entre outras.

 

Holter 24 horas

O Holter é como um minigravador do tamanho de uma caixa de fósforos e é preso à cintura ou colocado no bolso da camisa do paciente e conectado ao tórax por fios e eletrodos para registrar o batimento cardíaco durante as atividades de rotina por 24 horas. O paciente deve trabalhar, andar, correr, dormir, enfim, fazer tudo que costuma fazer em um dia normal. Depois de 24 horas o médico analisa os resultados.

 

MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Material)

Mede e registra a pressão arterial a cada 20 minutos, durante 24 horas. Um equipamento leve e pequeno é colocado na cintura do paciente e conectado por um tubo plástico fino a uma braçadeira, que registra a pressão arterial. É muito usado para verificar a eficácia do tratamento de hipertensão, a variação de pressão durante o sono e ao longo do dia e para avaliar os sintomas de pressão baixa (tontura e desmaio, por exemplo). Ao longo das 24 horas o paciente deve realizar suas atividades normalmente – trabalhar, dirigir, caminhar etc.

 

Ecocardiograma

É um exame de ultrassom para avaliar o funcionamento do coração ao captar as ondas sonoras emitidas por todas as partes do órgão. Esses ecos são transformados em imagens e exibidos em um monitor, permitindo ao médico analisar todas as características do coração do paciente.

 

Angiotomografia de Coronárias

Permite a visualização das artérias coronárias. Como todo exame de tomografia, produz várias radiografias, que são processadas por um computador, resultando em imagens tridimensionais do coração e seus vasos.

 

Ressonância Magnética Cardíaca

O exame dura cerca de 40 minutos e obtém imagens do coração em diversos planos com o músculo em movimento, contraindo e relaxando. As imagens mostram detalhadamente a estrutura do coração e dos vasos sanguíneos.

 

Looper Recorder

Também é chamado de Monitor de Eventos e é muito parecido com o Holter, mas tem longa duração. Um aparelho pequeno é conectado ao tórax para gravar sintomas clínicos e relacioná-los com as alterações registradas no coração. Pode ser mantido por vários dias ou semanas.

 

Eletrocardiograma de Esforço

É conhecido como Teste Ergométrico porque mede os batimentos cardíacos, a pressão arterial e a atividade elétrica do coração enquanto o paciente caminha e corre em uma esteira ergométrica. Dessa forma, o exame detecta alterações que só se manifestam quando o paciente submete-se a um esforço físico.

 

Tilt Test

Também é chamado de Teste de Inclinação Ortostática e avalia como a pressão arterial e a frequência cardíaca reagem às mudanças de postura (elevação da maca à cerca de 65-70 graus). É um exame que dura em média 45 minutos.

 

Estudo Eletrofisiológico

Consiste na introdução de cateteres (tubos finos e flexíveis) em locais específicos do coração.  É um método de avaliação invasiva das propriedades elétricas do coração e sistema de condução. Durante o procedimento é possível analisar os intervalos de tempo que o sistema de condução necessita para permitir a passagem do impulso elétrico, bem como estimular o coração em frequências diferentes para pesquisar a presença de determinados tipos de arritmias. Por meio da estimulação programada (liberação de estímulos elétricos em intervalos de tempo) é possível simular condições às quais o paciente se encontra exposto diariamente e ver como o coração reage a esta estimulação.

 

Ablação por cateter e crioablação

De acordo com o tipo de arritmia e a indicação clínica pode ser realizado nesse mesmo procedimento a ablação por cateter, que é um tratamento invasivo de diversos tipos de arritmias. Neste procedimento, esses cateteres são posicionados no foco de origem da arritmia e uma energia, chamada radiofrequência, aquece o tecido e “queima” o local onde é aplicada, eliminando a arritmia. Existe também a técnica de crioablação, a diferença é que o cateter traz na sua ponta um balão que resfria a área da veia, cauterizando-a a frio em apenas uma aplicação.